poesia

Dezembro: café com calma e ruas nevadas

Dezembro: café com calma e ruas nevadas

Enviei a newsletter de dezembro, café com calma e ruas nevadas. Conto sobre a entrevista a pesquisadoras no Hunter College sobre poesia, compartilho artigos, convites para eventos e cursos no início de 2018.

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Ritmo é o que finca o poema no coração das pessoas

Ritmo é o que finca o poema no coração das pessoas

Comentarei dois artifícios simples: o refrão e a anáfora. São boas ideias para se escrever poesia hoje. Comentarei "O corvo" de Edgar Allan Poe nas traduções da revista Escamandro, um poema de Roberto Piva e um poema meu, "campos de lua"

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O que podemos aprender com “Daddy” de Sylvia Plath

O que podemos aprender com “Daddy” de Sylvia Plath

Escolhi “Daddy” da Sylvia Plath para conversarmos sobre imagens na poesia. Menciono como o poema traz dicções e vozes distintas para conceder profundidade ao poema. Depois como equilibra a questão do fascínio e asco pela figura paterna.

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Ex-libris conversa sobre Mulheres Bravíssimas

Ex-libris conversa sobre Mulheres Bravíssimas

Podcast entrevista a poeta Luiza Romão a respeito da premiação da Revista Bravo! que somente premiou um gênero literário: o masculino. Participo tb da entrevista, feita pela Geiza Martins e Priscila Fernandes

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Como melhorar som e ritmo no teu poema

Como melhorar som e ritmo no teu poema

Oficina on-line de criação literária. Pensada para quem escreve poesia, tem tem por objetivo trabalhar um dos aspectos mais bonitos da arte poética: som e ritmo. Encontros virtuais às terças-feiras. Janeiro e fevereiro de 2017.

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Desconcertos de poesia no Patuscada

Desconcertos de poesia no Patuscada

Edição de julho do evento de Claudinei Vieira será no Patuscada. Haverá leitura de poemas de Frederico Barbosa, Celso Alencar, Ana Rüsche, Karine Kelly Pereira e Lilian Aquino, assim como a música de Nolam Quintella. 19 de julho, às 19h.

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Poema novo, “falanges”

Poema novo, “falanges”

Aqui vai outro poema inédito. O Hugo me ajudou com o esquema de vírgulas, não foi tão simples – gracias! *   *   * . falanges . se o homem morre pela boca, poetas morrem pelos dedos. eu não tinha o ...

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