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A pós-humanidade inevitável

A pós-humanidade inevitável

A antologia "Hiperconexões" publica seu 3o volume pela Editora Patuá. Com a proposta de pensar o que seria uma poética sobre a pós-humanidade, traz um exercício imaginativo aos dias de hoje. Compartilho meu poema ao tomo.

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Como você define 2016?

Como você define 2016?

Aí vão algumas respostas que recebi na minha newsletter. Aproveito para deixar o meu desejo para o ano novo: por favor, incendeiem-se de sonhos!

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Poesia sem fim, por um cinema que cure

Poesia sem fim, por um cinema que cure

A proposta do filme novo de Alejandro Jodorowsky não podia ser outra: um cinema para mudar o teu espírito. Um filme para que quando você saia da sala escura, tenha descoberto algo que estava adormecido em ti. Uma saída para o cinema de autoria. Um cinema que esteja disposto a perder. Que não destrua o planeta. Que cure. Um cinema otimista, alegre.

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Zines, papel para um idioma pessoal

Zines, papel para um idioma pessoal

Relato sobre a oficina de fanzine "As línguas e os idiomas das mulheres", ministrada pela Júlia Francisca, autora do zine [nectarina] durante o festival [eu sou poeta]. Fala do fanzine como resistência e literatura lésbica, mas também um espaço lírico, uma frestinha de cotidiano.

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Zines! Contemporâneos e geniais

Zines! Contemporâneos e geniais

Símbolo da autonomia em publicar, fanzines estão bem vivos e voam longe. Bisnetos do panfleto político e avôs das "fanfics", ainda hoje é uma publicação marcada pela independência e autonomia do 'faça você mesmo'. Da sci-fi ao punk, do cordel ao mangá, aí vão eles.

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