Lançamento: Poesias de Espanha de Fabio Aristimunho Vargas

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Coleção Poesias de Espanha: das origens à Guerra Civil

Leia a resenha publicada no Le Monde Diplomatique:
Palmilhando um caminho, faz-se o caminho ao andar

O que a gente não conta, nem por vergonha, mas por esquecimento e até rotina, é que esse blogue, ou a versão inicial dele, nos idos de 2006, basicamente começou com fotos. A idéia mesmo era postar poemas. Mas sem querer, um dia postei foto dos amigos num lançamento, logo de outro evento, só pra fazer graça. E não é que isso que fez o bichinho bombar? Creio que muitos que acessam não fazem idéia de quem sejam as pessoas, mas não importa muito, parece, hehe. Ah, curiosidade humana…

(ah, sim, quase 60% das imagens que usei nesses anos todos fui eu quem tirei, com minha maquininha capenga que não sai da bolsa… me divirto horrores)

A noite foi linda, incrível, bem agradável mesmo. Um debate bem amigável, leituras e vídeos – esse monte de língua, catalão, galelo, español, basco, português ressoando nas paredes… Fábio, que bom te encontrar aqui. Vamos ver se os próximos 5 meses são bem curtos. Manda beijo para a Dinda!

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Sobre a coleção

Título: Poesias de Espanha: das origens à Guerra Civil

Organização e tradução: Fabio Aristimunho Vargas

Editora: Hedra, 2009. Coletânea em quatro volumes que reúne as poesias galega, espanhola, catalã e basca do séc. XII a 1939, ano do fim da Guerra Civil Espanhola.

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Fotos

Paulo Ferraz, Fábio Aristimunho, Estebe Ormazabal e Miguel Afonso Linhares no debate simpático

Ju superfeliz e a casa cheia

o Miguel lendo em galego

vídeo da Neska ontziratua (A moça raptada), balada basca de origem popular, assista aqui, com os outros que assistimos

Cris Balliego confere a mesa com os livros e quitutes

Fê Oliva querido pede autógrafo

Alfredo Fréssia e o Dirceu, que contribuíram com as leituras da noite

Carol e a coleção de livro de bolsos da Ed. Hedra

Platéia durante a projeção dos vídeos  – dá para ver o Vanderley Meister, mas não dá para ouvir o “Ai! Quão longa é esta vida!” da minha leitura do poema da Santa Teresa de Ávila, que não é a Santa Teresinha.

Fred e o Dirceu no intervalo

Mesa no Halim igualmente cheia, Fábio na função autografária com o Flávio, aniversariante do dia

Rodrigo, a Catropa e discussões de altíssimo nível (maaagina!)

esses três… Daud de Indiana Jones, Paulo F de O Poeta e o Paulo M pedindo aos céus alguma coisa

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2 Comments

  1. Aguinaldo Cavalheiro de Almeida (guiga)
    6 de abril de 2009 at 14:25

    rodrigo!!!

  2. Aguinaldo Cavalheiro de Almeida (guiga)
    6 de abril de 2009 at 14:25

    rodrigo!!!

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