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depois da doutrina do choque

depois da doutrina do choque

O poema é do ano passado. Fiquei com vontade de compartilhar hoje contigo. Que nos valha. Memes e a imensa poesia dos dias. . . depois da doutrina do choque agora que os céus caem agora que os demônios são ...

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A pós-humanidade inevitável

A pós-humanidade inevitável

A antologia "Hiperconexões" publica seu 3o volume pela Editora Patuá. Com a proposta de pensar o que seria uma poética sobre a pós-humanidade, traz um exercício imaginativo aos dias de hoje. Compartilho meu poema ao tomo.

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Poema novo, “falanges”

Poema novo, “falanges”

Aqui vai outro poema inédito. O Hugo me ajudou com o esquema de vírgulas, não foi tão simples – gracias! *   *   * . falanges . se o homem morre pela boca, poetas morrem pelos dedos. eu não tinha o ...

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a nave, coerência e escolhas

a nave, coerência e escolhas

Aqui vai um poema inédito, escrito após uns dilemas políticos. As pessoas gostam daquela expressão "a coerência mandou beijos", mas discursos bem-realizados não conseguem responder a muita coisa. Aqui vai um poema para você levar, "a nave está pronta".

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lápis e lápide

lápis e lápide

Fiz uma série de poemas. Esta safra nova é meio engraçadinha, com jogos de palavra. Tipo uma entresafra. Não é um, não é outro. Um caminho no meio.

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constelações e perguntas

e me diga, quem matou o rio? o rio que dava título ao teu nome. arsênico. no morro e no vale, a vaca cheia de leite. leite que sonha doce de leite, que sonha queijo, que sonha. arsênico. quem matou o rio e peixes boiam, potros boiam, boiada de bichinhos que se vão em vale.

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madrugadas são adagas em claro

sou de uma família de pessoas que sempre deram aula na rede pública. recusei a sina e talvez por isso me afete bastante as notícias das agressões de ontem no paraná. pois não é a minha carne que tá lá. é a de algumas amigas ...

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