nhoc!

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Foto do instagram da Tarsila, ‘dirigida’ pelo Gonza.

 

Anotações a respeito de receitas de nhoque.

O primeiro motivo d’eu gostar de nhoque é pq escuto sempre a onomatopeia. O segundo motivo é pq lembra bons domingos de minha infância. Noque é receita de monopólio da matriarca de casa – minha mãe – assim, nunca tinha feito nhoque-eu-mesma (e não só esta receita é monopólio, creio que feijoada e chucrute entram nestes domínios, assim como macarrão feito em casa… Ceci, acho que este cartel materno contribui para meu gosto por receitas nem tão tradicionais…).

Fiz o teste no domingo. Nem ficou essas maravilhas, como qualquer primeira vez. Mas foi bem divertido, com muitas cervejas e amigues maravilhosos, daí queria compartilhar o aprendizado. Rolou até couve, bifes de segunda e um molho pra carne com restinhos de stouts que tavam na geladeira. O querido chef Dan acompanhou o final do preparo, o que sempre nos acrescenta no aprendizado, mas fode a autoconfiança.

No mais, receitas bizarras tão aí aos montes net à fora pra vc se aventurar.

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Anotações

  • Tipo de batatas: Asterix!
  • Cozinhar ou assar beeeem as batatas e deixar secar antes de fazer a bendita massa.
  • Ralar noz moscada.
  • Proporção batata/farinha de trigo: 3 de batata x 1 de trigo.
  • 1 gema de ovo a cada 700g de batata? Por aí. Desencana da clara, usa pra outra coisa.
  • Água da fervura: botar quantidade bem razoável de sal (pq as batatas têm muito carboidrato e ficam os nhoques ficam mais unidinhos desse jeito). Não taque óleo na água.
  • Truquinho mandrake do Dan: no final, dá uma tostadinha em alguns numa frigideira com azeite ou manteiga. Essa casquinha mais crocante faz absoluta diferença.

O que eu quero fazer hoje?

Comprar batata!

É assim que se aprendem coisas. Ao menos, agora tou sem ouvir nada no repeat.

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