links picados e um trecho de peça

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Internet com bloqueios é sempre mais interessante – posso ler, mas não comentar. Posso imaginar e não acessar. É como se estivéssemos num imenso aquário, labirinto de vidro, em que se é permitido ver e jamais escutar.

[BLOGUE] Indico os pescados de ontem: a entrevista do Thiago Lins com o Boris Schnaiderman, com direito a café de coador e explicação de pq é importante usar Roberto Carlos ao traduzir Maiakovski. Também é ótima a campanha do Demônio Amarelo Got Book?, em que é possível avistar a Marilyn lendo Joyce e o Eddie Vedder um calhamaço de Umberto Eco – Dirceu, vc não bate bem, o que não é um privilégio apenas teu, vamos deixar bem claro.

[LOBÃO diz…] São Paulo vai bem, obrigada. Evitarei mencionar o mundo cão, com o bom gosto nativo de deixarmos embaixo do tapete o que ali pertence. Gostaria a dizer ao ídolo Lobão, que sua entrevista referente ao Rio vale para muitas terras (embora seja visível que São Paulo é a cidade mais feia do meu mundo). Foto da CPTM ontem às 18h.

[EDITORES] O outro lado da tela. Recebi notícias do México, sobre a apresentação virtual do Rasgada: “(…) en el marco del Festival Pira Fest, que convoca a la exhibición de los trabajos que se desarrollan en asociación o desde nuestro Centro Cultural La Pirámide, tuvimos la mágica presencia, facilitada por las nuevas tecnologías de nuestra autora “súper hi tec” Ana Rüsche quien transmitió desde São Paulo la lectura para un público compacto pero nutrido, sobre todo entusiasta, la trasmisión incluyó la lectura bilingüe del ya famoso poema “Tiempo de Guerra” incluido en el título que presentamos: Rasgada” – nossa querida editora Jocelyn Pantoja conta no facebook sobre as andanças extremamente ativas do Selo Limón Partido pela América Latina.

Sim, um editor é um guerrilheiro. Ainda bem que tenho a sorte de contar com os dois mais pistoleiros que conheço. Considerando que “pisto” também pode ser “dinheiro”, desambiguemos dizendo que eles têm é sangue nos olho mesmo. Aqui da ilha Vera Crux a Terra Brasiliensis, o Vanderley Mendonça dá passadas gigantes e mui precisas – gaste teu dinheiro, leitor, aqui, contenha-se na Cultura.

[NOVO] O que mais? Logo, logo, pela Imprensa Oficial e Satyros Literatura sairá uma coletânea de peças teatrais escritas para o Dramamix (edições de 2007 e 2008), um montão de gente importante. Participo com O Amor nos Tempos de Câmera, peça que eu morro de rir toda vez que leio. Bem, a gente tem um senso de humor estranho, mas creio que é comédia sim. Mando a primeira cena. Acho que é tudo.

(Mentira. Consegui não falar na UNIBAN, essa história me fez muito mal, tenho que digerir melhor)



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