Linguagem inclusiva de gênero? Coragem!

O lançamento do “Furiosa” me deixou meio acabada. Envolve muito emocional, vida prática, amigues, mundo. Organizar um lançamento não é fácil. Bom, aproveitei para tirar umas férias depois (aliás, contra a maioria das recomendações sobre “o que fazer depois de publicar um livro”). Voltando agora aos pouquinhos.

Decidi organizar meus podcasts. Sempre gravo um algo no SoundCloud – adoro! Daí decidi dar uma limpada na poeira. Fiz umas pesquisas sobre “como fazer um podcast”, achei tudo dificílimo. Afinal, a vantagem de usar o SoundCloud é poder gravar algo rapidinho no celular, me preocupar com o conteúdo e não com aspectos técnicos. Mantive o modus operandi bagaceirae. Só que mais alerta.

[aliás, se tiver procurando, o melhor tutorial que encontrei é este do Thiago Miro do Mundo Podcast]

O tema de hoje é um que adoro: linguagem inclusiva de gênero!

Muito importante para quem escreve, edita, dá aulas ou lê. A partir de muitas discussões com o Hugo Maciel geradas por um texto que estamos editando, decidi reunir algumas dúvidas e soluções que tivemos e as organizar.

A respeito de linguagem inclusiva, muito está por ser construído. Taí um grande desafio para o século 21! Se o modernismo – viva Mário de Andrade! – teve a batalha por incluir formas mais populares na norma culta, agora aqui vamos nós! Afinal, há algo menos típico na literatura do que batalhas contra moinhos de vento? Que venham! Bora pensar junto.

Para ouvir:

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Referências:
[1] Deixando o X para trás na linguagem neutra de gênero, Juno
[2 ] Linguagem inclusiva de gênero em trabalho acadêmico, Blogueiras Feministas
[3] Manual para o uso não sexista da linguagem, Governo do Rio Grande do Sul

Imagem: Unicórnix vomitando arco-íris, Christian Heilmann via flickr

 

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