frágil

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Sigo de férias. Acordei com vontades loucas de escrever, mas não fiz nada disso. Minto. Escrevi um poema que estava entalado aqui faz tempo. Um poema simples e na mão. O difícil é sempre ser mais simples. Nem passei a limpo para não desanimar. O domingo está radioso como só ele.

Preparo com a calma desejada os cursos do b_arco pra 2010. Um de férias curtinho, 5 Poetas Brasileiros e o Século XX: Jorge de Lima, Drummond, Pagu, Ferreira Gullar e Ana Cristina – já recebi três emails de interessados e o Chacal disse que pretende assistir, seria uma delícia. O outro curso é mais segredo, espera a gente tricotar melhor.

Ando relendo mil drummonds & mira-celis; também lendo a auto-biografia da Pagu, as cartas de Ana C, que edição preciosa!, enfim, um monte de fofoca pra inspirar chá e bolacha e rabiscar novos poemas.

Sobre salamandras & outras histórias, entre o Natal e Ano Novo terminarei a terceira e última parte dos contos – te aviso. Até o aniversário de São Paulo, limpo tudo em pratos brancos pra ficar elegante e sem tantas gordurinhas. Tenho a nítida sensação que escrevo em pura manteiga.

Festschinha com duração de 12h ontem. Início às 14:30h, quando sozinha abri a primeira cerveja, depois a Mai chegou. Término às 2:30h, embora o Gegê tenha me ligado ainda falando de choques elétricos. Sonhei inquéritos, algo assim.

Manteiga sim. Muita. E ovos e açúcar, farinha. O Dan trouxe Madeleines-elas-mesmas, que feliz não sou com amigos chefs & presentes incríveis. E distribuir abajures e exovais. E receber convites para ir a Cordisburgo e ter anos-novos, assim como ganhar arminhas de sedução pra bicho raro.

Hoje então fiz as honras. Devorei as biscoitinhas tomando Lady Grey, brindando às pessoas que o ano me trouxe e às que mantenho comigo. Meus melhores pensamentos e mordidas, queridos todos.

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